
Segurança das urnas eletrônicas volta à discussão na Câmara
Engenheiro que afirmou que "é mais seguro transferir 1 milhão de dólares pela internet do que depositar um voto na urna eletrônica" vai debater com parlamentares.
Por COMPUTERWORLD*
02 de julho de 2007 - 18h58
A Subcomissão Especial de Segurança do Voto Eletrônico reúne-se nesta quarta-feira (04/07) para ouvir o engenheiro Amílcar Brunazo Filho, moderador do Fórum Voto Eletrônico. O engenheiro explica, em seu site na internet, que integram o fórum "eleitores brasileiros que querem saber até onde se pode confiar no sistema eletrônico de votação oferecido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE)".
Leia também:Maluf denuncia esquema de venda de votos eletrônicosEstudo do ITA mostra fragilidade das urnas eletrônicas
Segundo Brunazo, o fórum é formado por internautas, não tem existência jurídica formal, nem é ligado ou financiado por nenhum órgão governamental, partido político ou por qualquer empresa que tenha interesses comerciais com o processo eletrônico de votação.
O engenheiro afirmou, em uma audiência pública realizada em março sobre as urnas, que "é mais seguro transferir 1 milhão de dólares pela internet do que depositar um voto na urna eletrônica".
O Brasil usou urnas eletrônicas pela primeira vez em 1996. Em 2000, esse tipo de voto já atingia 100% dos estados. O TSE afirma que o processo é rápido, seguro e evita fraudes comuns à votação por cédula de papel. Apesar das garantias do tribunal, desde que foi implantado, o voto eletrônico recebe críticas.
A subcomissão, vinculada à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, é presidida pelo deputado Geraldo Magela (PT-DF) e tem como relator o deputado Vital do Rego Filho (PMDB-PB).
Na audiência realizada em março, especialistas em segurança de sistema de informática criticaram e apontaram vulnerabilidades no processo de voto eletrônico brasileiro.
Engenheiro que afirmou que "é mais seguro transferir 1 milhão de dólares pela internet do que depositar um voto na urna eletrônica" vai debater com parlamentares.
Por COMPUTERWORLD*
02 de julho de 2007 - 18h58
A Subcomissão Especial de Segurança do Voto Eletrônico reúne-se nesta quarta-feira (04/07) para ouvir o engenheiro Amílcar Brunazo Filho, moderador do Fórum Voto Eletrônico. O engenheiro explica, em seu site na internet, que integram o fórum "eleitores brasileiros que querem saber até onde se pode confiar no sistema eletrônico de votação oferecido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE)".
Leia também:Maluf denuncia esquema de venda de votos eletrônicosEstudo do ITA mostra fragilidade das urnas eletrônicas
Segundo Brunazo, o fórum é formado por internautas, não tem existência jurídica formal, nem é ligado ou financiado por nenhum órgão governamental, partido político ou por qualquer empresa que tenha interesses comerciais com o processo eletrônico de votação.
O engenheiro afirmou, em uma audiência pública realizada em março sobre as urnas, que "é mais seguro transferir 1 milhão de dólares pela internet do que depositar um voto na urna eletrônica".
O Brasil usou urnas eletrônicas pela primeira vez em 1996. Em 2000, esse tipo de voto já atingia 100% dos estados. O TSE afirma que o processo é rápido, seguro e evita fraudes comuns à votação por cédula de papel. Apesar das garantias do tribunal, desde que foi implantado, o voto eletrônico recebe críticas.
A subcomissão, vinculada à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, é presidida pelo deputado Geraldo Magela (PT-DF) e tem como relator o deputado Vital do Rego Filho (PMDB-PB).
Na audiência realizada em março, especialistas em segurança de sistema de informática criticaram e apontaram vulnerabilidades no processo de voto eletrônico brasileiro.
Fonte: COMPUTERWORD.UOL.COM.BR
Nenhum comentário:
Postar um comentário