segunda-feira, 2 de julho de 2007

Certificação Digital


Serasa não deve alterar planos na área de certificação digital :: Luiz Queiroz :: Convergência Digital :: 26/06/2007
O presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação - Autoridade Certificadora Raíz da ICP-Brasil -, Renato Martini, disse nesta terça-feira (26/06), que a mudança no controle societário da Serasa não causará impacto direto no projeto de certificação digital brasileiro. A empresa foi comprada por US$ 1,2 bilhão pelo Grupo Experian.
Embora a nova direção ainda não tenha se manifestado quanto aos rumos futuros da Serasa, Renato Martini não acredita numa eventual desmobilização da área de Tecnologia, principalmente com relação aos investimentos feitos até agora no mercado de certificação digital.
"Certificação digital é uma linha de negócios e uma das áreas que mais cresce. Eles estão colhendo agora o que plantaram há cinco anos. É a 'jóia da coroa' na Serasa e a convicção que todos têm é que os novos controladores não vão desmontar uma área que tem perspectivas de crescimento", destacou.
Controle da informação
O presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara, deputado Júlio Semeghini (PSDB-SP), manifestou sua preocupação quanto ao problema do controle da informação dos bancos de dados sobre a situação financeira de pessoas físicas e jurídicas no país. Mas para o presidente do ITI, a Serasa vem cumprindo a legislação brasileira pertinente ao tema.
"Isso é um ponto que os executivos da Serasa vão ter de trabalhar mais do ponto de vista de marketing do que regulatório. A Serasa sabe a lei do país. A ICP-Brasil tem regras, uma lei e resoluções. O Brasil tem leis e a empresa terá de se adequar às regras do país", declarou.
Nos contatos que têm mantido com a direção da empresa, Martini diz que não sentiu da parte dos executivos qualquer preocupação com questões como essa. Ao contrário, segundo o presidente do ITI, a Serasa vem mantendo todos os esforços na difusao da certificação digital no Brasil.
"Nossa preocupação maior no momento é quanto ao aumento da procura de certificado digital pelas empresas, sobretudo as de lucro presumido, que terão de fazer Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ)", declarou.
Renato Martini explicou que a empresa está mantendo todos os padrões de qualidade exigidos pelo ITI e como já sofreram este ano uma auditoria como AC (Autoridade Certificadora), somente em 2008 é que a Serasa deverá oficializar a mudança de controle societário perante à Autoridade Certificadora Raiz da ICP-Brasil.
Até porque, Martini entende que os novos controladores não deverão fazer mudanças nos procedimentos administrativos da empresa num curto espaço de tempo. Ele calcula que a Experian levará o resto do ano para "entender a Serasa".
"Um negóco de um bilhão de dólares demonstra o vigor desta empresa. E pelo porte dela, acredito que para eles terem uma perspectiva de reorganização, deverão levar no mínmo uns quatro meses, somente para conhecer a empresa. Eles não vão fazer nenhuma loucura sem ter informações precisas", concluiu o presidente do ITI.
Fonte: CONVERGENCIADIGITAL.COM.BR

Essa é boa!


Segurança das urnas eletrônicas volta à discussão na Câmara
Engenheiro que afirmou que "é mais seguro transferir 1 milhão de dólares pela internet do que depositar um voto na urna eletrônica" vai debater com parlamentares.

Por COMPUTERWORLD*
02 de julho de 2007 - 18h58
A Subcomissão Especial de Segurança do Voto Eletrônico reúne-se nesta quarta-feira (04/07) para ouvir o engenheiro Amílcar Brunazo Filho, moderador do Fórum Voto Eletrônico. O engenheiro explica, em seu site na internet, que integram o fórum "eleitores brasileiros que querem saber até onde se pode confiar no sistema eletrônico de votação oferecido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE)".
Leia também:Maluf denuncia esquema de venda de votos eletrônicosEstudo do ITA mostra fragilidade das urnas eletrônicas
Segundo Brunazo, o fórum é formado por internautas, não tem existência jurídica formal, nem é ligado ou financiado por nenhum órgão governamental, partido político ou por qualquer empresa que tenha interesses comerciais com o processo eletrônico de votação.
O engenheiro afirmou, em uma audiência pública realizada em março sobre as urnas, que "é mais seguro transferir 1 milhão de dólares pela internet do que depositar um voto na urna eletrônica".
O Brasil usou urnas eletrônicas pela primeira vez em 1996. Em 2000, esse tipo de voto já atingia 100% dos estados. O TSE afirma que o processo é rápido, seguro e evita fraudes comuns à votação por cédula de papel. Apesar das garantias do tribunal, desde que foi implantado, o voto eletrônico recebe críticas.
A subcomissão, vinculada à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, é presidida pelo deputado Geraldo Magela (PT-DF) e tem como relator o deputado Vital do Rego Filho (PMDB-PB).
Na audiência realizada em março, especialistas em segurança de sistema de informática criticaram e apontaram vulnerabilidades no processo de voto eletrônico brasileiro.


Fonte: COMPUTERWORD.UOL.COM.BR

Basta esperar o preço abaixar!

HD feito por desenhista da Ferrari é lançado no Brasil

Divulgação
HD tem capacidade de até 1TB e vem em dois modelos: o portátil e o de mesa
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Um HD externo da Simple Tech, com design feito pela Pininfarina, responsável pelo desenho de modelos da Ferrari, Jaguar e Maserati, está sendo lançado no Brasil. O disco rígido vem nos modelos de mesa e portátil.

Os HDs vêm com capacidade que varia de 60GB a 160GB para o modelo portátil e de 160 GB a 1TB para o de mesa. O aparelho portátil pesa 200g e tem dimensões de 80x125x20mm. O de mesa mede 127x209x38mm e tem 7.200 RPM. Os HDs não necessitam de alimentação externa e são conectado ao PC através da USB 2.0.
O produto é vendido no Brasil por um valor vai de R$ 600 a R$ 1,5 mil para o modelo portátil e de R$ 700 a R$ 3,5 mil para o de mesa. O HD vem com garantia de 3 anos.

Fonte: TERRA.COM.BR

sábado, 30 de junho de 2007

Ótima informação!




Descole um aumento

Para conseguir ganhar mais, mostre ao seu chefe como e quanto você vai contribuir para o futuro da companhia

Por Renata Avediani

É difícil encontrar alguém que esteja totalmente satisfeito com o próprio salário. Seis em cada dez executivos neste momento acham que sua remuneração está apenas na média do mercado.Mas qual o melhor jeito de pedir aumento para o chefe sem parecer apenas uma reclamação? Como qualquer outra negociação, discutir salário requer alguns cuidados e artimanhas. É preciso primeiro conhecer o temperamento do seu chefe. Analisar o quanto sutil ou direto você precisa ser. Um jeito novo e eficiente é deixar muito claro quais os benefícios que um aumento vai proporcionar para a empresa. Esqueça o passado. Os resultados já alcançados não são bons argumentos nessa hora porque pode parecer que você não tem mais desafios profissionais pela frente. Essa pegada não funciona mais, embora ainda tenha gente partindo disso para arrancar um extra.

Projetar sua importância futura foi a estratégia usada pelo administrador mineiro Fernando Lúcio da Silva Júnior, de 28 anos.Até o ano passado, ele morava em Uberlândia,Minas Gerais, e trabalhava como consultor de franquias na área de varejo da Oi, operadora de celular. Com a criação de uma nova área,meio-de-campo entre os setores da técnica e de vendas, Fernando se ofereceu para intermediar o relacionamento entre os dois departamentos e tornar a linguagem mais clara entre eles. Negociou a nova posição e o aumento de salário mostrando ao chefe como sua formação e bagagem profissional o ajudariam nesse desafio.A estratégia deu certo. Com a promoção, ele foi morar no Rio de Janeiro e seu salário aumentou 30% — dez pontos percentuais a mais do que as empresas têm oferecido no país segundo pesquisa da Quorum Brasil sobre remuneração, realizada em março. "O segredo para conseguir um aumento de salário é mostrar para o chefe que você é a solução dos problemas dele", explica Saulo Lerner, diretor da unidade de executivos da consultoria de recursos humanos da Right Management, de São Paulo. Para isso, você deve conhecer os objetivos da empresa, saber seus pontos fortes e como apresentá-los da melhor maneira. Parece simples, mas não é.

O psicólogo mineiro Edson Andrade Durão, de 40 anos, sabe bem disso. Há um ano e meio assumiu o cargo de gerente de negócios de recursos humanos na RM Sistemas, empresa de softwares de Belo Horizonte,Minas Gerais, para adaptar um produto da empresa ao público de RH, junto à área de desenvolvimento.Com o final do projeto foi convidado para trabalhar na área comercial e assumir responsabilidades ainda maiores e achou que era hora de negociar um aumento de salário.Apresentou ao chefe uma proposta que estabelecia metas em duas etapas. A primeira começou em abril e vai até julho deste ano e, quando o período chegar ao fim, ele terá um aumento de 25% no salário. Para a segunda etapa, que vai de agosto a dezembro, o reajuste será de 30%. O argumento de Edson foi forte.Montou planos para crescer a venda de um produto em 300% em dois anos e torná-lo um dos mais importantes da empresa."Mostrei que estava disposto a encarar desafios. Se não tivesse estabelecido metas, certamente as bases da negociação não teriam sido as mesmas", diz Edson Durão.


fonte: Revista VOCÊS/A
http://poupaclique.ig.com.br/externo.html?url=http://vocesa.abril.com.br/edicoes/0108/aberto/informado/mt_235508.shtml

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Analista de negócios?


Esse é o futuro dos analista de sistemas, bom, se aceitarem a mudança de título e de função, caso contrário será demitido e dificilmente trabalhará em uma empresa de grande porte novamente. Um analista de negócios sai da central de tecnologia para atuar junto com o setores administrativos da empresa, essa é a nova função para a qual nos leva o mercado, nossa escolha é aceitar ou aceitar! O mercado nos chama, então ele que nos espere pois estamos chegando.

Certificação Digital


A SERPRO é um dos orgãos do governo federal, que trabalham junto a ICP-Brasil (Certificadora Raiz) certificando e autorizando pessoas físicas ou jurídicas a usarem essa tecnologia. A segurança, o sigilo e integridade são fatores relevantes na Web. A certificação digital possibilita a integridade da informação que trafega ou que irá trafegar.